20ª
Semana da Família – Comunidade São Marcos
Com o
tema: “Família, Pessoa e
Sociedade” e com o lema: “Somos todos cidadãos,
membros da família de Deus”, a Comunidade São Marcos realizou de 14 a
20/08/2011 a sua 20ª Semana da Família.
Objetivo:
® Família primeira escola
da fé, lugar de comunhão fraterna, fonte de valores humanos e cristãos.
® Berço onde nasce a vida
humana abundante e generosamente, onde se acolhe, se ama e se respeite a vida
desde a sua concepção até o seu fim natural.
Programação:
14/08/2011 – 08h00, 10h00 e 18h30 – Missas de
abertura oficial da Semana Nacional da Família
15/08/2011 – 20h15: Animada recepção e atrativa
palestra com o tema: “QUANTO VALE A MINHA FAMÍLIA?” proferida pelo Dr. Miguel
Tortorelli (Coordenador Regional Paulistana Norte São Paulo-SP do AMOR
EXIGENTE) e pelo Professor Fábio Antunes (Terapeuta Holístico).
O Amor-Exigente é um
programa de auto e mútua ajuda que desenvolve preceitos para a organização da
família, que são praticados por meio dos 12 Princípios Básicos e Éticos, da
espiritualidade e dos grupos de auto e mútua-ajuda e que através de seus
voluntários, sensibilizam as pessoas, levando-as a perceberem a necessidade de
mudar o rumo de suas vidas e do mundo, a partir de si mesmas.
17/08/2011 – 20h15: Noite de Talentos,
Testemunhos e depoimentos: Nesta noite tivemos os emocionantes testemunhos do
Casal Francisco e Madalena que contaram como conheceram e adotaram seus três
novos filhos: Mateus, Sara e Katelin.
O casal Adão e Claudia, testemunharam a
trajetória da doença e recuperação da saúde de suas filha Maria Eduarda (DUDA),
destacando a grande corrente de oração feita pelos familiares e parentes, por
toda a comunidade, amigos de todas as partes, inclusive de outras religiões e a
importante presença dos Padres José e Spirito.
Também tivemos a apresentação do Coral e
Orquestra Criança Feliz, composto de Jovens e Adolescentes da nossa comunidade,
que contou com a regência da Maria e que animaram esta maravilhosa noite de
Talentos.
18/08/2011 – 20h15: Professor Ricardo Galhardo
Blanco
QUE
NADA ATRAPALHE OS SONHOS DOS MEUS FILHOS...
AS
MARCAS DO BULLYNG.
No mundo contemporâneo o que preocupa é
a opressão da violência social contra as crianças a os jovens. Isso requer, por
parte dos pais, um aprendizado específico contra os males que destroem sonhos
dos filhos.
A estrutura familiar é colocada em
cheque diariamente pela falta de diálogo adequado, empatia, sintonia com os
jovens e formas de conhecer seus problemas e dificuldades.
Quando esta estrutura não funciona bem,
os jovens se confrontam com uma série de riscos: Depressão, ansiedade,
estresse, dores não-especificadas, perda de auto-estima, problemas de
relacionamento, abuso de drogas e álcool, entre outros.
Esse pode ser o resultado da prática do
bullying, que se concentra na combinação entre a intimidação e a humilhação das
pessoas, estas geralmente mais acomodadas, passivas ou que não possuem
condições de exercer o poder sobre alguém ou sobre algum grupo.
Neste
encontro vamos refletir sobre o termo: “TUDO POSSO, MAS NEM TUDO ME COVÉM”,
onde a liberdade pode e deve ser um instrumento que soma valores que promovem a
auto-estima dos meus semelhantes.
20/08/2011 – 17h30: Encerramento da 20ª Semana
da Família com Seção de CINEMA, com direito a Pipoca, Salgados diversos e
Refrigerantes.
Agradecemos em nome dos Padres José e Spirito e
de toda família São Marcos a todos aqueles que abraçaram esta luta em defesa
dos verdadeiros valores humanos e cristãos, conforme nos propôs o tema central
da semana nacional da família: FAMÍLIA, PESSOA E SOCIEDADE!
PARABÉNS A TODOS!
XIII CONGRESSO NACIONAL DA PASTORAL
FAMILIAR
19, 20 e 21 de Agosto
de 2011 – Belo Horizonte – MG.
(Por Toninho e Silvana): Tivemos a alegria de
participarmos deste XIII Congresso Nacional da Pastoral Familiar em BH, acompanhados
do casal Luiz Fernando e Ana Filomena, coordenadores da Pastoral Familiar –
Região Episcopal Sant’ Ana, do Padre Estevão, Assessor Eclesiástico da Pastoral
Familiar da Região Episcopal Sant’ Ana, Silvio e Ester, casal coordenador da
Pastoral Familiar da Arquidiocese de São Paulo e das demais coordenações das
regiões episcopais de São Paulo e por Dom Joaquim Justino Carreira, bispo
auxiliar da Região Episcopal Sant’ Ana e agora eleito novo conselheiro da
Comissão Episcopal para a Vida e Família da CNBB.
(Matéria publicada no site PFSUL1) O Congresso Nacional é um momento de grande
importância que acontece a cada três anos e abre espaço para a renovação da
caminhada dos agentes de pastoral de todo o Brasil. Esta 13ª edição começou na
noite da sexta-feira, 19/ago, e teve como tema “Família, pessoa e sociedade” e
como lema “Somos cidadãos e membros da família de Deus” (Cf. Ef 2,19).
Às
19h foi montada a mesa solene para a abertura dos trabalhos, composta por dom
João Carlos Petrini, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a
Família da CNBB e bispo da Diocese de Camaçari (BA); dom Walmor Oliveira de
Azevedo, Arcebispo da Arquidiocese de Belo Horizonte, anfitriã do evento; dom
Joaquim Justino Carreira, conselheiro da Comissão Episcopal para a Vida e a
Família da CNBB e bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo; dom Tarcísio
Nascentes dos Santos, Presidente da Comissão para a Vida e a Família do
Regional Leste 2 e bispo da Diocese de Divinópolis (MG); pe. Rafael Fornasier, Assessor
Nacional da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família e Secretário Executivo
da Comissão Nacional da Pastoral Familiar; pe. Evandro Alves Bastos, Secretário
Executivo do Regional Leste 2 da CNBB; pe. Edilson Raposo, Assessor
eclesiástico da pastoral familiar do Regional Leste 2 da CNBB; pe. Jorge Alves
Filho, Assessor Eclesiástico da Pastoral familiar da Arquidiocese de BH; Raimundo
(Tico) e Vera Lúcia, casal coordenador da Comissão Nacional da Pastoral
Familiar; Júlio e Marília, casal coordenador da Comissão Regional da Pastoral
Familiar Leste 2.
A dom Walmor coube as palavras de boas vindas aos
palestrantes e congressistas. Ele acolheu a todos falando sobre as belezas
Minas e afirmou: “sou um mineiro baiano e o baiano mais mineiro”, aludindo ao
tempo em que viveu na Bahia.
Dom Petrini fez a abertura oficial do evento e os trabalhos
da noite foram encerrados com uma oração.
No sábado, os trabalhos foram retomados com a oração feita
pela equipe de liturgia que através da celebração do Ofício Divino das
Comunidades.
A seguir, foram convidados ao palco do teatro do Minas-Centro
os primeiros expositores do dia.
A primeira foi a dra. Maria Inês, médica e doutora em ciência
da religião e teologia. Ela apresentou as tendências atuais que desconstroem o
individuo e a família. Mostrou as tendências que vão diminuindo o valor da
família. Exemplificou apresentando dados de uma pesquisa que fez com 500
universitários em 2002, onde foi feita a pergunta “qual seria seu decálogo se
você fosse Deus” o resultado foi um surpreendente quarto mandamento que dizia
“ser família é coisa do passado”. A partir disso, ela mostrou um caminho onde
diz que no final deveremos ser “Curadores feridos”.
O segundo a apresentar-se foi o pe. Jorge, assessor
Arquidiocesano da Pastoral Familiar de Belo Horizonte, que apresentou um
panorama social da pessoa e da família, incluindo o âmbito pastoral. Segundo
ele a ação pastoral tem que ser questionadora da condição humana atual para
poder sugerir propostas. Terminou apresentando um trecho da Familiaris
Consortio que fala sobre a constituição da família como Igreja Doméstica, onde
o Bem-aventurado João Paulo II exorta: “Família torna-te aquilo que és”.
A seguir, pe. Libânio, jesuíta e professor de teologia na
Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), o terceiro a apresentar-se, falou
sobre diversos torpedos que vão destruindo a família. Ele apenas fez uma
análise, sem entrar em detalhes sobre o que são os problemas, pois afirmou que
na era da informação e do Google, informação é o que mais as pessoas têm. Ele
discorreu e comentou o que está informado. Transmissão da cultura, transformação
da cultura por 4 torpedos: a ciência,a autonomia, a história,a práxis, a
Família como relação – relação e cuidado. Antes a família era cultura, agora é relação, pois
mudamos a casa todos dia. A Pastoral Familiar precisa ensinar a se relacionar.
Vivemos em uma sociedade fragmentada, quebrada por dentro, e nós precisamos
organizar os caquinhos em mosaicos bonitos. Também trabalho da Pastoral
Familiar.
Ao final das apresentações, foram comentadas as perguntas
feitas por escrito para os debatedores.
A seguir, conforme a programação, foi convidada ao palco do
auditório a dra. Renate Jost, psicoterapeuta de renome internacional,que criou
e desenvolveu o método de abordagem e análise do inconsciente,para falar sobre
a pessoa e a família através dessa abordagem. Ela apresentou aos participantes
de maneira clara a 3ª dimensão da pessoa, aquela que se confere à pessoa uma
visão humanística, que é a dimensão espiritual, que existe além da física e da
psicológica. Mostrou como, em seus estudos, essa dimensão espiritual é muito
importante e se manifesta já desde a concepção. Através de diversos casos que
apresentou, a dra. Renate afirmou que as pessoas tendem,“a buscar o equilíbrio
e a retomada do seu ‘eu’ sadio,que é aquele que é adquirido já desde o ventre
materno”. Ela também passou algumas dicas sobre como evitar problemas com a
pessoa, indicando o que pode ser feito pelos pais desde o tempo da gestação.
Terminada a apresentação da dra. Renate, os congressistas
foram convidados ao almoço que foi servido nas dependências do Minas-centro. Os
trabalhos foram retomados às 14h.
Dom Petrini foi o expositor que falou aos congressistas logo
após o almoço. Seu tema, Ecologia Humana, apresentou através de diversos
pensadores, começando pelo Beato João Paulo II, passando por Bento XVI e
chegando até mesmo a Karl Marx, que diante do pensamento humano é possível
estabelecer o que é e como trabalhar a defesa do Ser Humano, de sua existência
e de seus valores. Sua reflexão também foi na direção de que não é somente o
problema da manipulação biológica que deve nos preocupar, mas a mentalidade
reducionista que hoje está instalada na sociedade e que empobrece a pessoa.
“Vivemos em um mundo que é deserto de amor”, enfatizou dom Petrini,“não se sabe
mais amar”. Segundo o bispo, hoje se vive relações descartáveis onde o amor é
transformado em um relacionamento superficial, onde não entra a opção da doação
pelo outro e para o outro. Ele lembrou o exemplo de Cristo que diz “este é o
meu corpo que dou por você” como um modelo a ser seguido pela pessoa e pela
família, consequentemente. Afirmou que esta é “uma qualidade de amor que é
verdadeiro porque procura o bem da outra pessoa”. Ao final da sua palestra, o
presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família fez diversas
indicações de atividades pastorais que os agentes podem desenvolver além do que
atualmente já é feito. Entre as indicações, citou encontros com casais pelas
casas de forma missionária para partilha da palavra e da vida e interações mais
elaboradas com outros grupos e pastorais como a catequese.
Após a palestra de dom Petrini foi composta uma mesa para que
a Pastoral Familiar pudesse falar sobre diversos aspectos da caminhada da
Pastoral Familiar.
Após esse momento foi apresentado um filme sobre a vida do
Servo de Deus pe. Eustáquio van Lieshout ss.cc.
Ainda no sábado foi celebrada a Santa Missa, presidida por
dom Walmor, Arcebispo de Belo Horizonte e concelebrada pelos bispos e padres
presentes. Após a missa, houve a apresentação do coral de canto gregoriano de
Belo Horizonte.
O domingo da Assunção no XIII Congresso da Pastoral Familiar
O
dia iniciou-se com a oração das Laudes conduzida por dom Petrini, presidente da
Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família. A assembléia reunida celebrou
com o bispo a oração da Igreja, motivados pela orientação que o próprio dom
Petrini havia feito.
A
programação do dia teve como primeira apresentação a palestra de dom Severino
Clasen, presidente da Comissão Episcopal para o Laicato e recém-designado bispo
para a diocese de Caçador (SC).
Ele
iniciou sua colocação falando que “é preciso tomar cuidado para que o trabalho
pastoral não se torne um movimento, sob o risco de tornar a pastoral um objeto”
porque se assim for, segundo o bispo, corremos o risco de que o trabalho acabe.
“Amor
é uma das palavras mais procuradas de nossa língua, mas também q mais
desgastada” afirmou dom Severino ao falar que hoje as famílias têm dificuldade
em exercitar o amor, por não saberem mais o que isso significa. Também disse
que “somos cidadãos do Reino dos Céus” ao afirmar que o casal cristão não pode
entregar-se às coisas deste mundo, às futilidades passageiras e ao trabalho
desmedido, mas precisam dar mais atenção às coisas que não passam. E citou
diversos trechos do Familiaris Consortio e do Documento de Aparecida para
exortar os agentes reunidos no Congresso.
O
segundo momento do domingo foi apresentado pelo dr. Carlos Berlini, representante
e coordenador nacional da ONG Ai.Bi. – Amici Dei Bambini, que trabalha com
adoção. Ele apresentou um relatório sobre como está a questão da adoção no
Brasil e como a parceria com a Pastoral Familiar está ajudando na
conscientização das pessoas e das famílias sobre a beleza de ter o coração
aberto para uma “espiritualidade de acolhida”.
Depois,
falou o casal Eunides e Bosco, assessores pedagógicos nacionais do INAPF –
Instituto Nacional da Pastoral Familiar – que motivaram os agentes a buscarem
cada vez mais a criação dos núcleos Regionais de Formação e Espiritualidade, importantes
para a formação sistemática dos agentes da Pastoral Familiar.
Após
o intervalo do café, dom Petrini,despediu-se por questões da viagem de
retorno,e em sua despedida falou no projeto Raquel,que é dirigido às mulheres
que fizeram o aborto, mas que se arrependem e desejam buscar o perdão de Deus.
Essas mulheres são atormentadas pelo peso da culpa e desejam alcançar o perdão.
Esse trabalho é fruto de um congresso realizado pelo Vaticano há três anos, cujo
tema era o Óleo sobre as Feridas. Agradeceu a dom Walmor e ao casal coordenador
do Regional Leste 2, Júlio e Marília por todo o empenho na preparação do
evento.
Ainda
dentro da programação, o casal Ana Lúcia e Airton apresentaram um painel sobre
o trabalho com os Casais em Segunda União, que em vário locais do Brasil
acontece com a acolhida daqueles que não conseguiram viver a união matrimonial,
mas que reconstruíram sua vida e agora tentam caminhar com um novo parceiro(a)
como casal cristão apesar de não serem sacramentados.
O
casal da comunidade Família de Caná falou sobre o problema das drogas na
família e ofereceu dicas e informações sobre como lidar com esse problema que
afeta toda a família. Enfatizaram, por fim, a importância de que as pessoas que
sofrem com drogados na família procurem os centros de auxílio que existem em
todo o Brasil.
Depois
das apresentações, todos os expositores foram convidados novamente à mesa para
uma rápida rodada de perguntas sobre os assuntos.
Por
fim, a última atividade programada do domingo foi a oração de envio para todos
os participantes do Congresso. Porém, antes foi anunciado o Regional Nordeste 5
como a sede do XIV Congresso Nacional da Pastoral Familiar em 2014. O casal
coordenador do Regional Nordeste 5, Lúcia e Abimael, recebeu das mãos do casal
coordenador do Regional Leste 2, Marília e Júlio,a imagem itinerante da Sagrada
Família que está acompanhando os Congressos Nacionais desde o XI realizado em
São Paulo,em 2005.
Dom
Joaquim Carreira conduziu a oração de envio e despediu a todos encerrando
oficialmente o XIII Congresso Nacional da Pastoral Familiar.
VII ENCONTRO MUNDIAL DAS
FAMÍLIAS
De 30 de maio a 03 de Junho
de 2012
MILÃO 2012
(Por
Toninho e Silvana):
A
família São Marcos estará presente neste grande encontro mundial das famílias
em Milão – Itália.
Os
Encontros Mundiais das Famílias
Os
Encontros Mundiais têm sido realizados com o desejo do Servo de Deus João Paulo
II, para o Ano Internacional da Família em 1994.
Estrutura
Esta
é uma celebração das famílias e marca uma ocasião especial para muitas pessoas
de enriquecimento através de intercâmbio recíproco que permite atualizar a
questões relacionadas com a família e aumentar a pastoral familiar.
É também uma grande oportunidade para difundir uma nova cultura da
família.
A
reunião tradicionalmente consiste em três fases:
Ø Congresso
Teológico-Pastoral, após um período de dois ou três dias
Ø Uma celebração
festiva em que são oferecidos normalmente no contexto do testemunho da oração
para a família. Em várias ocasiões o Santo Padre estava presente;
Ø Fechamento de uma
solene Celebração Eucarística presidida pelo Papa, que é normalmente
Tema da catequese
Família, o trabalho do partido,. Estas são as três palavras do tema
para o VII Encontro Mundial das Famílias . Eles
formam um trio que se inicia a partir da família para abrir o mundo: o trabalho
e o descanso são maneiras em que vida social "espaço" a família vive
"tempo" humano.O tema relaciona a par do homem e da mulher com
seu estilo de vida: a forma de relações de vida (a família), de habitar o mundo
(trabalho) e para humanizar o tempo (do partido).
O catecismo é dividido em três grupos, em seqüência no trabalho,
família e partido e introduziu um estilo de catequese sobre a vida familiar. Eles querem esclarecer a interação
entre a experiência da família e da vida diária na sociedade e no mundo.
Evangélicos têm muito mais probabilidade do que os católicos de se opor
à decisão do STF
10 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A
maioria dos brasileiros continua a expressar sua oposição à agenda homossexual
em seu país, apesar de uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal do
Brasil criando uniões civis homossexuais, de acordo com uma recente pesquisa de
opinião pública.
A pesquisa, conduzida pelo Ibope,
revelou que 55 por cento dos entrevistados se opõem à decisão do STF, e 45 por
cento são favoráveis.
Embora a Igreja Católica ensine
que as relações homossexuais são “intrinsecamente más” e o Vaticano sustente
que as leis de união homossexual deveriam sempre receber oposição, os católicos
se opuseram à decisão a uma taxa de apenas 50%, 5% a menos do que a população
geral. Os ateus tinham um por cento de maior probabilidade de se opor do que os
católicos. Entretanto, entre os evangélicos só 23% apóiam a decisão.
A disparidade entre católicos e
não católicos reflete um déficit amplo na América Latina com relação ao ensino
da Igreja Católica sobre a homossexualidade. Embora os católicos da América
Latina tenham uma forte tendência para refletir o ensino da Igreja sobre o
direito à vida, os católicos leigos muitas vezes recebem pouca orientação da
liderança da Igreja sobre questões com relação à sexualidade humana.
Além da disparidade entre
católicos e não católicos, a pesquisa de opinião pública também indicou outras
diferenças dentro de grupos da população sobre a questão das uniões
homossexuais. Os homens (63%) e os que têm mais de 50 anos de idade (73%) eram
o grupo que mais probabilidade tinha de se opor à decisão, bem como aqueles que
tinham os níveis mais baixos de educação (68%). As mulheres, os jovens e
aqueles que são muito expostos ao sistema universitário altamente esquerdista
tinham a probabilidade máxima de apoiar a decisão.
“A recente decisão do STF de
permitir que duplas gays entrem em uniões civis, que no Brasil se chamam de
“uniões estáveis”, contradiz a identificação explícita de uniões estáveis como
tendo relação com “um homem e uma mulher”, de acordo com o artigo 226 da
Constituição do Brasil. A decisão foi sujeita a muita controvérsia desde que
foi dada em maio deste ano.
Outra pesquisa de opinião pública,
conduzida logo depois da pesquisa do Ibope, revelou adicionalmente que 63% dos
brasileiros se opõem aos beijos homossexuais nas novelas do país. Em maio deste
ano, os brasileiros foram pela primeira vez expostos a uma cena de duas
lésbicas se beijando apaixonadamente nos lábios.
GOIÁS,
Brasil, 21 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um juiz brasileiro
anulou a união civil de dois homossexuais no estado de Goiás, e declarou que
uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal legalizando a prática é
“inconstitucional”.
Jeronymo
Pedro Villas Boas, juiz municipal, diz que o STF “ultrapassou os limites” de
sua autoridade quando recentemente decretou que os homossexuais têm direito a
uniões civis, diretamente contradizendo a Constituição do Brasil. Ele chamou a
decisão de “ilegítima e inconstitucional” e ordenou que a união da dupla fosse
invalidada no cartório.
A
decisão de Boas enfureceu ativistas homossexuais e pelo menos um ministro do
STF, Luiz Fux, que a chamou de “um atentado à decisão do Supremo, que é
passível de cassação”, e avisou que reclamações em tais assuntos “se encaminham
aos órgãos disciplinares para que a autonomia (de um juiz) não prejudique o
povo”.
Contudo,
Boas diz que sua intenção não é atacar o STF, mas “apenas seguir a
Constituição”. Ele observa que as uniões homossexuais “não existem no sistema
constitucional do Brasil”.
A
decisão do Supremo Tribunal Federal de decidir em favor da liberação das uniões
civis homossexuais, que foi decretada no começo de maio, contradiz o texto
explícito da Constituição, que limita tais uniões aos casais heterossexuais.
O
Artigo 226 da Constituição declara que “para efeito da proteção do Estado, é
reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar,
devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, Brasil, 15 de agosto de 2011 (Notícias
Pró-Família) — A câmara de vereadores de São José dos Campos no
Estado de São Paulo, Brasil, aprovou uma lei municipal que impõe uma multa de
1.000 reais em qualquer pessoa que distribua qualquer tipo de material que
possa induzir crianças a se tornarem homossexuais, de acordo com fontes dos
meios de comunicação do Brasil.
O objetivo da lei é impedir o governo federal de
reintroduzir um polêmico programa “anti-homofobia” do qual o governo de Dilma
Rousseff havia recuado em maio, depois de protestos contra seu conteúdo
sexualmente explícito por parte de evangélicos e católicos no Congresso
Nacional.
O programa, chamado “Escola Sem Homofobia”, está no
momento sob revisão e expectação de ser reintroduzido logo. Embora a presidenta
Dilma tivesse expressado sua intenção de remover os vídeos censuráveis que
buscavam justificar o estilo de vida homossexual de um modo explícito, os
oponentes do programa permanecem em atitude de dúvida.
José Luis Nunes, coordenador regional da Campanha
Nacional da Fraternidade da Igreja Católica, expressou seu apoio à lei, dizendo
ao site noticioso UOL que “O MEC não deve impor esse tipo de situação às
pessoas”.
“O assunto não foi resolvido nem internamente [no
MEC]. Esse material, pela minha avaliação, é totalmente prejudicial e
inoportuno para a sociedade”, acrescentou ele.
Os defensores da educação sexual gayzista afirmaram
que o projeto de lei, que agora passa para o prefeito da cidade para sua
aprovação, é “homofóbico” e “inconstitucional”.
Artigos
relacionados:
22 de agosto de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias
Pró-Família) — Eufemismos são o refúgio da covardia moral, e nenhum
eufemismo é tão covarde ou tão mortal quanto a “redução” — uma palavra que soa
como matemática, mas realmente significa assassinato. A edição de 14 de agosto
de 2011 da revista The New York Times Magazine deixa esse fato claro em sua matéria de capa, “The
Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um).
A jornalista Ruth Padawer primeiramente leva seus
leitores à sala de exames de um obstetra que está para abortar um dos dois
fetos dentro do útero de uma mulher identificada como “Jenny.” Padawer escreve:
Enquanto
estava deitada na mesa de exames do obstetra, Jenny estava grata que o técnico
de ultrassom havia desligado a tela no alto. Ela não queria ver as duas sombras
flutuando dentro dela. Desde que havia feito sua decisão, ela havia tentado com
todas as forças não pensar sobre elas, embora muitas vezes não conseguisse
pensar em quase mais nada. Ela estava com 45 anos e grávida após seis anos de
contas de fertilidade, injeções de ovulações, óvulos de doadoras e
desapontamentos — mas aí estava ela, já na 14ª semana de gravidez, escolhendo
extinguir um dos dois fetos saudáveis, quase como se fosse ter metade de um
aborto. Quando o médico introduziu a agulha no abdome de Jenny, mirando um dos
fetos, Jenny tentou não demonstrar medo, apanhada entre intenso alívio e intensa
culpa.
É claro que Jenny “não estava tendo metade de um
aborto”, pois ela estava abortando um bebê que estava tão vivo quanto seu irmão
gêmeo. A “redução” de múltiplas gravidezes é agora parte da atividade
profissional de obstetras, embora em grande parte seja uma prática mantida
oculta dos olhos do público. Ruth Padawer explica que a necessidade de reduções
é induzida por avanços nas tecnologias reprodutivas e pela hesitação de muitas
mulheres de aceitar uma gravidez múltipla. Algumas das drogas de fertilidade
mais amplamente usadas aumentam a probabilidade de uma gravidez múltipla, como
é comum nos procedimentos normais de fertilização in vitro.
Esse procedimento foi proposto pela primeira vez
como um meio de reduzir o risco de ter três ou mais bebês numa única gravidez.
Em anos mais recentes, vem aumentando de modo gradual a exigência de reduzir
gêmeos para que a gravidez seja apenas de um único bebê. Num centro médico da
cidade de Nova Iorque, mais da metade de todos os procedimentos de redução eram
para reduzir gêmeos para fazer com que a gravidez fosse de apenas um bebê. A
reportagem de Padawer é em grande parte sobre esse fenômeno, pois a redução de
uma gravidez de gêmeos para que no resultado final haja só um bebê não tem nada
a ver com uma medida de aumentar as chances de um parto saudável, mas com uma
medida para aumentar sinistramente o que equivale à preferência pessoal.
Jenny deixa isso claro. Ela explica que havia
concebido por meio da fertilização in vitro de uma doadora de óvulos. Se a gravidez tivesse
ocorrido naturalmente, ela disse: “Eu não teria reduzido essa gravidez, pois a
gente sente que há uma ordem natural, então não queremos perturbá-la”. Apesar
disso, “A gravidez foi toda tão voltada ao comércio, para começo de conversa,
que esse problema se tornou apenas mais outra coisa que poderíamos controlar”.
Essas palavras fazem uma revelação estupenda.
Aqueles que têm tentado justificar todo e qualquer meio de controlar a
reprodução precisam enfrentar com honestidade o fato de que criaram o que
equivale a um mercado de consumo onde os bebês são o produto — e as
consumidoras acabam achando alguém para fornecer o que elas exigem. No que se
refere à vida humana, o palco está pronto para a exibição de tragédias.
Em sua reportagem, Ruth Padawer diz que no início,
por motivos morais, os obstetras demonstravam hesitação para reduzir gêmeos de
modo que a gravidez ficasse com apenas um bebê, e muitos médicos que realizam
reduções se recusam a reduzir para menos de gêmeos. Mas a prática está
aumentando, refletindo uma mudança nos costumes médicos. Ela traça o perfil do
Dr. Mark Evans, que na primeira vez recusou reduzir gêmeos por razões morais.
Em 1988 ele foi um dos autores de normas éticas para reduzir gravidezes que
declarou que as reduções para menos de gêmeos era antiética. Evans escreveu que
os médicos não deveriam se permitir se tornarem “técnicos para atender os
desejos de nossas pacientes”.
Contudo, em 2004 o Dr. Evans reverteu sua posição
na questão. Padawer explica a justificativa dele:
Em primeiro
lugar, à medida que mais mulheres na faixa etária dos 40 e 50 anos engravidavam
(muitas vezes graças aos óvulos de doadoras), elas fizeram pressões para que
houvesse reduções de dois para um bebê por razões sociais. Evans compreendia o
motivo por que essas mulheres não queriam chegar aos 65 anos de idade se
preocupando com dois adolescentes tempestuosos ou duas contas de despesas
universitárias. Ele observou que muitas das mulheres estavam em seu segundo
casamento, e embora elas quisessem criar um bebê com seu novo marido, elas não
queriam dois, principalmente se já tinham filhos de um casamento anterior.
Outras haviam adiado engravidar para se dedicarem a uma carreira profissional
ou para estudos, ou eram mulheres solteiras cansadas de esperar o parceiro
certo. Quaisquer que fossem os motivos particulares delas, essas pacientes
concluíram que não tinham os recursos para lidar com o caos, gritos
estereofônicos e exaustão de criar gêmeos.
Observe com cuidado que a justificativa oferecida
para matar um bebê em gestação é claramente identificada como “razões sociais”.
Não dá para se levar a sério a justificativa médica que ele citou, mesmo quando
ele cita “estudos recentes” que “revelaram que os riscos de gravidezes de
gêmeos eram maiores do que se pensava antes”. Conforme esse artigo deixa
abundantemente claro, o principal risco de uma gravidez de gêmeos hoje é o
risco de que um dos gêmeos será intencionalmente abortado.
“A ética”, o Dr. Evans disse para Padawer, “se
desenvolve com a tecnologia”. Essa é a base para a ética médica assassina. A
Cultura da Morte trabalhou até se introduzir na lógica da moderna ética médica
ao ponto em que esses obstetras justificam o assassinato de bebês saudáveis
apenas porque os pais não querem o peso de gêmeos.
Padawer permite que muitas das mães que buscam
reduções falem de suas intenções sem nenhum esforço de filtrar a linguagem
delas. Certa mãe disse que sentia como se sua gravidez de trigêmeos “fosse um
monstro”. Ela acabou achando o Dr. Evans, que reduziu sua gravidez, deixando no
final apenas um bebê. De forma nua e crua, Padawer informa que algumas mulheres
usam as reduções para escolher o sexo de seu bebê. “Até a década passada, a
maioria dos médicos se recusava até mesmo a tocar nessa questão”, relata ela,
“mas essa demarcação ética sofreu erosão, à medida que cada vez mais pacientes
fazem pressões para ter essa opção e cada vez mais os médicos estão descobrindo
que um número muito grande de clientes opta por bebês do sexo feminino”.
Em outras palavras, os abortos de seleção de sexo
seriam antiéticos apenas se a demanda por um dos sexos estivesse em
desigualdade?
Para seu crédito, Ruth Padawer aponta para o
crescente mercado de consumo para bebês como produtos como a raiz de todo esse
problema. Ela escreve:
Vimos a
crer que as melhorias não são só nossa obrigação, mas também nossa
responsabilidade. Só olhe para a revolução nas atitudes para a seleção de
doadores de óvulos e esperma. Na década de 1970, quando a doação de esperma
estava decolando, a maioria das clientes eram mulheres casadas que tinham
maridos inférteis; muitos casais não queriam saber sobre a fonte da doação.
Hoje as pacientes nos Estados Unidos podem escolher doadores com base não só em
sua altura, cor do cabelo e origem étnica, mas também em suas realizações
acadêmicas e atléticas, temperamento, qualidade dos cabelos e até mesmo o
comprimento dos cílios do doador.
“The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois
menos um) é um dos artigos mais importantes de anos recentes. Com franqueza
assustadora e firme, Ruth Padawer virtualmente força seus leitores a ver o
raciocínio torcido que justifica o assassinato de bebês em gestação, e então
tenta esquivar-se da responsabilidade moral chamando o procedimento de
“redução”.
Evidentemente, há uma história por trás dessa
história. O cruzamento onde as modernas tecnologias reprodutivas e o aborto
legal se encontram é agora um lugar mortal para muitos bebês em gestação. No
nome da preferência pessoal e por “razões sociais”, algumas mulheres agora
exigem que seus múltiplos bebês sejam abortados para que elas tenham apenas o
único bebê que querem.
Padawer diz que muitos americanos não se sentem a
vontade conhecendo esses fatos, talvez “porque o desejo de mais escolhas entre
em conflito com nosso sentimento de desconforto de se intrometer mais e mais em
aspectos da reprodução”.
Mas o procedimento tão desonestamente chamado de
“redução” não tem realmente a ver com mera “intromissão”. É assassinato
Frases de Riobaldo: O Jagunço-Filósofo
"O
senhor saiba: eu toda a minha vida pensei por mim, forro, sou nascido
diferente. Eu sou é eu mesmo. Diverjo de todo o mundo... Eu quase que nada
não sei. Mas desconfio de muita coisa. O senhor concedendo, eu digo: para
pensar longe, sou cão mestre - o senhor solte em minha frente uma idéia
ligeira, e eu rastreio essa por fundo de todos os matos. Amém!"
"Como
não ter Deus?! Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é
possível, o mundo se resolve. Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no
vai-vem, e a vida é burra. É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não
se podendo facilitar - é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave
se descuidar um pouquinho, pois no fim dá certo. (...) Deus existe mesmo quando
não há. (...) Mas a gente quer Céu é porque quer um fim: mas um fim com depois dele
a gente tudo vendo."
"A
gente vive repetido, o repetido, e, escorregável, num mim minuto, já está
empurrado noutro galho. Acertasse eu com o que depois sabendo fiquei, para de
lá de tantos assombros... Um está sempre no escuro, só no último derradeiro é
que clareiam a sala. Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se
dispõe para a gente é no meio da travessia."
























